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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Depoimento (;)


Una lamentación

Ontem (23/02/2013), recebi uma notícia com muito pesar. Tratava-se do encerramento das atividades da revista Ponto & Vírgula. É um grande pesar, pois considero que esteja “morrendo” um veículo de comunicação de bastante importância para a comunidade local. Tendo em vista que o mesmo buscou (ao longo de sua existência), sempre valorizar a cultura e os costumes locais.
Ficará a lacuna!
Lacuna esta difícil de ser preenchida (a valorização dos costumes locais), considerando que talvez não seja muito o perfil desta comunidade, e por isso mesmo, a carência por cultura e valorização dos costumes locais, possa parecer bastante evidente.
O mentor desse projeto, a quem considero como um amigo particular, tem de minha parte, muitíssimo respeito e consideração. Respeito sua ética e educação. Admiro sua ativez e sapiência. E isso tudo faz desta pessoa um ser humano da melhor qualidade, com quem tive o prazer de conviver durante esse tempo. Não esquecendo sua fiel parceira e companheira, uma pessoa com a mesma qualidade como ser humano.
A partir do momento que esse casal resolve fechar seu ciclo na cidade, quem perde é Telêmaco Borba. E ganha quem se colocar como destino dos mesmos. Sucesso e felicidades aos dois!
Infelizmente, vou encerrando por aqui, colocando um ponto final, quando na verdade, minha vontade mesmo era por simplesmente um Ponto & Vírgula.





sábado, 16 de fevereiro de 2013

Comércio & Cia Ltda . . .


A gente mal começou o ano de 2013, ainda não terminei de pagar direito os gastos com as festividades de final de ano. Mas, aproveitei e dei uma esticadela nas contas, para poder curtir um pouquinho o carnaval.

Hoje (16/02), fui no mercado fazer umas compritchas, e o mesmo já está sendo decorado com ovos de chocolate. É muita tentação! A Páscoa vai ter que ser meio na base do cartão.

Se até maio, conseguir limpar meu nome no SPC e SERASA, o presente de mamãe adquiro através do crediário. E no dia dos namorados a patroa que me perdoe, mas se não quitar minhas contas até o meio de ano, vou ficar devendo. Mesmo porque, uma carne e uma “bera”, em agosto junto ao “meu velho”, é sagrado.

E nesse ritmo, já vou me preparando para o dia das crianças. Aí já sem muita preocupação, pois logo chega o final de ano e o tão esperado e desejadíssimo 13º (décimo terceiro). E com ele, o final de ano é só festa! E o ano que vem a gente começa tudo de novo . . .


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Carnaval de Tibagi 2013

O melhor carnaval do interior do Paraná

     No século XVII os portugueses se armavam de baldes e latas cheias de água para se molhar. Era a época do entrudo, uma festa que chegou ao Brasil com a Corte e acontecia antes do início da Quaresma. Duravam três dias de domingo até a terça-feira e, com o passar dos anos ... transformou-se no Carnaval brasileiro.



     Em Tibagi no ano de 1910 houve aquele que foi considerado o primeiro desfile de Carnavalesco. O CORSO, organizado pelo Sr. Manoel Evêncio da Costa Moreira (“Cadete”). Com moças representando cada estado brasileiro com trajes de luxo, desfilavam em carros puxado por cavalos.

   Alguns anos depois, o auge do garimpo entre 1920 e 1935 deu mais alegria ao Carnaval com a chegada dos baianos, animados pela cobiça do diamante do caudaloso Rio Tibagi. Em época de Carnaval, os garimpeiros trocavam as peneiras e as bateias pelos confetes e serpentinas e idealizaram os primeiros blocos carnavalescos.

     Em 1931, novidade na Terra dos Diamantes: foi a escolha da primeira Rainha do Carnaval, Albertina Mercer, conhecida como 'Dona Santinha'!


     Para valorizar o acervo do Museu e divulgar os acontecimentos que fizeram história em Tibagi, toda semana o diretor Neri Assunção, em parceria com a Assessoria de Comunicação da Prefeitura, desenvolve textos que relatam fatos marcantes na coluna Aconteceu!, no site (www.tibagi.pr.gov.br).


Acessado em 07/02/2013




     Este ano, para homenagear o Carnaval de Tibagi, e a passagem do grupo SPC (Só Pra Contrariar) pela cidade, resolvi compor um sambinha. Inspirado na letra e na melodia da música "Só pra contrariar", do grupo Fundo de Quintal:

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Ninguém Kiss, mas nem "Santa Maria" impediu.!!


O famoso jeitinho
O catastrófico incêndio ocorrido na boate Kiss em Santa Maria – RS, noticiado internacionalmente, só veio trazer à tona uma triste realidade brasileira. Onde (quase) tudo se resolve na base da camaradagem, por meio de suborno, ou de conchavos políticos.
Agora, depois da tragédia, muito provavelmente, vasculhar-se-á a grande maioria das casas noturnas em circunstâncias parecidas.
Aqui, nesta região dos campos gerais do Paraná, não deve ser muito diferente, uma vistoria razoável, provavelmente encontrará diversas irregularidades. E o que mais me espanta, é o fato de que uma das instituições das mais respeitadas deste país, o Corpo de Bombeiros, estarem fazendo parte dessas maracutaias, seja fornecendo licenças irregulares ou mesmo fazendo vista grossa para com certas situações; pelo menos é o que parece que foi o caso da boate Kiss em Santa Maria.

E o fato se repete Brasil afora, são várias instituições que deveriam fiscalizar (as mais diversas situações), como por exemplo Prefeituras, CREAs, MPs, Corpo de Bombeiros, etc. Mas, que infelizmente se rendem ao famoso “jeitinho bR$asileiro”.
E o pior, é a que a sociedade civil assiste tudo passivamente!
Incluindo Santa Maria (RS), uma cidade universitária, que pode ser considerada como de um nível intelectual acima da média das demais cidades brasileiras.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Homem de Pedra (;)



Homem de Pedra
Dia desses, passando pela antiga Praça Castelo Branco (hoje Praça Horácio Klabin), aqui na minha querida cidade de Telêmaco Borba - PR, parei por uns instantes em frente à estátua do “Homem de Pedra”. Monumento este, erguido em homenagem aos trabalhadores da cidade. Nada mais do que justo!
De repente, me veio à lembrança, meus tempos de infância, me peguei a recordar de alguns momentos, de uma época em que estudava na Escola Marechal Arthur da Costa e Silva. Em algumas oportunidades, bastante raras, diga-se de passagem, eu e alguns coleguinhas, gazeávamos aula, e nosso ponto preferido para passar o tempo, era a antiga “Praça Castelo Branco”. Ali brincávamos e nos divertíamos numa inocência muitíssima singela!
Uma saudosa nostalgia me bate e ouso dizer: Bons tempos aqueles!
O “Homem de Pedra” já estava lá, imponente e robusto, a praça era razoavelmente limpa, e eram bem cuidados seus arbustos. Aquela década (de oitenta), entendo que talvez tenha sido bem definida, pelo saudoso “maluco beleza” do rock nacional:



Hei anos oitenta
Charrete que perdeu o condutor
Eu disse hei anos oitenta
Melancolia e promessas de amor



Já de volta ao presente, e sem se fazer ausente, a realidade me parece um pouco dura, quase tanto quanto o concreto, do “Homem de Pedra”, que continua lá. Agora estampando algumas pichações, convivendo com a mendigagem, e testemunhando certos “vícios” da juventude atual (da agora Praça Horácio Klabin).
Sempre firme em seu propósito, representando a homenagem, aos que labutam na “Capital do Papel”. Antes de ir-me embora, prestei-lhe minhas continências; salve Homem de Pedra!
Autor: Antonio Marques.


Texto publicado na última edição da revista Ponto & Vírgula