O diamante teve papel importante na história do local já que os principais garimpos do século XX foram trabalhados neste território (Liccardo & Piekarz, 2017; p. 189) - uma corrida "tardia" atrás do ouro do Tibagi.
| Fonte: retirada da Obra referenciada ao final |
| Fonte ao final Imagem original em gravura do século XIX, de Maximilian Wied-Neuwied |
- TIBAGI (Terra do diamante) - A querida cidadezinha de Tibagi não integrara a rota original dos tropeiros. Tibagi (à época) era a terra dos diamantes, e, no máximo, fora um braço da famosa rota. Relatos familiares dão conta de que meu falecido avô materno tenha participado dessa "braço", indo de Tibagi a Castro levando algumas mercadorias e trazendo outras, fazendo uso de tropas, mas, sem acompanhar a grande rota.
O primeiro diamante encontrado em Tibagi fora registrado em 1.754 por Ângelo Pedroso de Lima - dando início à corrida atrás do ouro de Tibagi (Liccardo & Piekarz, 2017; p. 167).
Atualmente, Tibagi é rota do turismo de aventura (rural)!
E é sempre um prazer visitar e revisitar Tibagi (a exemplo deste passeio com jovens e convidados): - CASTRO (Museu do Tropeiro) - Conhecida como "cidade 'mãe' do Paraná", Castro SIM fez parte da original rota dos tropeiros. E assim formou-se povoado (o primeiro do Paraná - por isso a "alcunha"). As tropas que posavam às margens do Rio Iapó fizeram surgir a cidade. Ainda que em registros oficiais, como Município politicamente emancipado, seja a quarta mais velha, em termos de povoado, a então Vila de Castro fora a primeira em território paranaense.
O mais emblemático dos pousos e acampamentos de tropeiros que se transformaria em vila e cidade foi o pouso do Iapó, depois freguesia de Sant'Ana do Iapó e, finalmente, Castro ' O museu do tropeiro ' é um dos melhores do Brasil nesta temática e preserva a história do tropeirismo (Liccardo & Piekarz, 2017; p. 157) - para a posteridade...
Foi outro prazer poder visita-lo/revisita-lo, e trazer jovens e convidados a conhece-lo: - CARAMBEÍ (Moinho de Trigo) - Município mais novo entre os visitados (somente em 1995 ' se fora emancipado), à época das tropeadas não existia sequer sob a forma de povoado. Em 1911, a empresa ferroviária Brazil Railway Company adquiriu a área ' para fins de colonização européia e o local começou a receber imigrantes holandeses (Liccardo & Piekarz, 2017; p. 154) - possui um exemplar modelo de "Moinho de Trigo" tão tradicional entre a mesma.
Mais um prazer visita-lo/revisita-lo. Onde se pode saborear a famosa "torta holandesa", e não poderíamos privar nossos jovens e convidados dessa oportunidade: - PONTA GROSSA (Mansão Vila Hilda) - O nome Ponta Grossa se deve a um capão de mato que recobria uma grande colina, visível a grande distância ... bastante marcante na região central da cidade ... (onde) nos dizeres dos tropeiros, chegava-se ao "Capão de Ponta Grossa" (Liccardo & Piekarz, 2017; p. 126).
Usufruindo da rota dos tropeiros, aproveitamos para conhecer a famosa Mansão Vila Hilda em PG. Famosa pelo causo de assombração (causos de assombração era algo comum também na época dos tropeiros)!