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domingo, 3 de dezembro de 2017

Cursos PRONATEC IFPR 2018

IFPR/TB oferecerá cursos do PRONATEC para 2018

As PRÉ INSCRIÇÕES já estão abertas

     O Instituto Federal do Paraná, campus Telêmaco Borba (IFPR/TB), está com pré inscrições abertas para cursos de qualificação profissional, como parte do programa PRONATEC, para o 1º semestre de 2018.
     Estão sendo oferecidos 8 (oito) cursos com 30 (trinta) vagas em cada um deles, a serem ministrados no período da tarde ou da noite - desde que se complete as turmas.
    Os cursos com pré inscrições são os seguintes:
  • Desenhista Mecânico;
  • Eletricista industrial;
  • Instalador de Sistemas Eletrônicos de Segurança;
  • Mecânico de Refrigeração e Climatização Residencial;
  • Operador de Máquinas de Marcenaria;
  • Programador de Sistemas;
  • Programador Web;
  • Soldador no Processo Eletrodo Revestido Aço Carbono e Aço Baixa Liga.
     Interessados devem ter idade superior a 15 anos e devem realizar a pré-inscrição no seguinte link:

     Ao realizar a pré inscrição deve-se marcar três cursos. O primeiro (o preferido, aquele curso que se gostaria de realizar), o segundo (para o caso de o curso preferido não fechar turma) e, uma terceira opção (caso nenhum dos cursos anteriores feche turma, e se queira aproveitar a oportunidade em outro curso).
     Para se efetivar a matrícula, o futuro aluno deverá apresentar a seguinte documentação:
– Carteira de Identidade/CPF;
– Comprovante de Endereço;
– Comprovante de Escolaridade;

– Comprovante de Conta Bancária.
     Neste último caso, logo após a confirmação da matrícula (segundo fontes do próprio IFPR).


     A exigência de conta bancária se deve ao fato de que o aluno terá direito a uma bolsa de estudos no valor de R$ 2,50 por hora/aula.
     Em breve a publicação do edital. Aos interessados recomenda-se acompanhar o site do IFPR - campus Telêmaco Borba.
     Por hora, é crucial realizar a pré inscrição neste link.

Fonte das informações:

Para maiores detalhes, o telefone do campus TB do IFPR é (42) 3221-3000.


sábado, 4 de novembro de 2017

O brasileiro e sua relação econômica com a carne

     Ultimamente houve-se muito falar em crise. Então, resolvi escolher um item para correlacionar com o atual momento da economia brasileira - o ícone escolhido foi a carne. Partiu-se então por estipular um ponto de partida, inserir a carne nesse contexto e, realizar uma superficial e básica "viagem" cronológica contemporânea pós Ditadura brasileira, com um "pedaço de carne em mãos" - esse "pedaço de carne" vai variar conforme o momento econômico.
     Dada essa introdução explicativa a respeito da minha "viagem", vamos aos fatos da mesma:

  1. O ponto de partida de minha "peregrinação", deu-se logo após o fim da Ditadura brasileira, corria a (nem sei porque) "saudosa" década de '80. Engatinhava-se a democracia brasileira. Naquele momento eu era um menino chegando na adolescência, corria-se o ano de 1984 (eu contava dez anos de idade). Fui testemunha viva da (diga-se de passagem) triste "Era Sarney" (anos '80). O leitor mais atento deve estar começando a se indagar:
         Mas e a carne, onde entra nessa história?
         Pois é, não entra, não para mim. Eu era pobre (ainda sou), mas, naquele tempo, pobre não comia carne. Pobre se quisesse experimentar a tal iguaria, tinha que "engordar" um porquinho caipira, ou se embrenhar no mato atrás de alguma caça, pescar ou então, o mais comum, criar galinhas. Pobre "naqueles tempos" ia no açougue comprar dorso.

  2. Depois veio a gestão de FHC (Fernando Henrique Cardoso), no governo de FHC as coisas melhoraram bastantes para os pobres. A gente passou a comer o "franguinho" de cada dia. E nos finais de semana, comia-se carne (de gado), carne bovina; os pobres ficaram "faceiros" - comendo carne. Especificamente "lá em casa" rolava file sete, lombo agulha, no máximo o "corte americano". Mas, para quem comia até curucaca....

  3. Já na primeira década deste novo século, dois e mil e alguns anos (séc. XXI), viveu-se o Governo Lula. Particularmente, me foi o melhor governo que vivenciei, desculpe o egocentrismo, mas olho no meu roteiro e a estas alturas da jornada, o pedaço de carne que "vejo" em minha mãos, agora é filé mignon, alcatra, até picanha (vez em quando). Só o tal do caviar que ainda só ouço falar (parafraseando o "Pagodinho"). Mas o fato é que este pobre "aprendeu a comer carne".

  4. Entretanto, como alegria de pobre (dizem) dura pouco, veio uma tal de Dilma (virou da primeira para segunda década do século no Poder). Amiga do Lula, porém, não foi tão "companheira". Em seu Governo, os pobres se viram obrigados a voltar para o "franguinho de cada dia", e carne bovina (nem sempre de primeira), só nos finais de semana. No meu caso específico, fui "obrigado" a diminuir inclusive o tamanho do pedaço.

  5. Mas, como "desgraça pouca é bobagem" (é o que dizem os "pessimistas de plantão"), "derrubaram" a dona Dilma, para "enfiar" no Comando (da Máfia) o senhor Michelzinho, agora o Brasil tem o que Temmer (2017/2018). Resultado: estou indo novamente no açougue para comprar dorso.

OBS: Quem rir não vai para o céu! Aliás, desejo que morra engasgado com um pedaço de picanha. Afinal, a estas alturas do campeonato, que espero não seja o final de minha viagem, só os bastantes abastados estão aproveitando essa iguaria.


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Minha "escola CCJ"

     No dia 25 de maio de 2015, conduzido pela chefe da Divisão de Proteção Social Básica (da época), da Secretaria de Assistência Social da Prefeitura Municipal de Telêmaco Borba, fui levado até o Centro da Juventude de TB (popular CeJu), hoje CCJ (Centro de Convivência da Juventude). Lá, fui "entregue" à coordenadora (da época).
     Assim, entrei em efetivo exercício de meu cargo de agente administrativo da Prefeitura local.
     No CeJu passei a conviver semanalmente com jovens oriundos das mais variadas regiões da cidade (São Francisco, São João, Vila Esperança, Jardim União, etc.).
     Foram muitas histórias, vasta experiência que, me propiciou um aprendizado muito grande. Entendo que, agora, conheço um pouquinho melhor o ser humano.
     Agora entendo melhor o conceito social de comunidade, compreendo melhor as influências do cotidiano. Estudar a teoria é uma situação, vivenciá-la é outra questão; bastante enriquecedora.

     Jovens são autênticos, verdadeiros, transparentes (em sua maioria absoluta); não se escondem. Escondem feridas, ocultam algumas mágoas, deixam transparecer outras, inventam (criam) situações desnecessárias, mas que para eles é "vital".
     A gente pensa que sabe, mas não sabe. Pensa que entende, sem entender. Só sei de uma coisa, essa temporada no Centro da Juventude, me fez sentir vontade de ser jovem de novo.

     Enfim, a experiência chegou ao fim. Na última sexta-feira (06/10). Vou-me em direção a outro desafio.

     Ao popular e querido "CeJu", não digo adeus, deixo um "até mais"! Pois, se precisarem de mim, estarei à disposição para dar uma ou outra contribuição. Afinal, estou saindo de cena com um misto de emoções. Saio com a sensação do "dever cumprido", ao mesmo tempo que tenho a impressão que poderia ter feito "algo mais".

     Um abraço a todos da "família CeJu". E, aos "filhos da mesma" eu digo: __Por vocês galerinha, VALEU A PENA!

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Oficializado Direito em TB pela UEPG

     A primeira postagem realizada aqui neste blog, na data de 19 de janeiro de 2012, foi em consideração à vinda (na época), do curso de Administração com Ênfase em Comércio Exterior para o Campus da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa), em Telêmaco Borba (PR) - Minha cidade natal onde residia e ainda resido.
     Quem quiser conferir, é só acessar:

     Na data de hoje (19/09/2017) pude estar presente novamente, no mesmo polo, onde oficializou-se a implantação do curso de Direito, pela mesma instituição, a renomada UEPG.
     Assinaram o ato oficial, o Secretário Chefe da Casa Civil do Paraná, Valdir Rossoni - representando o Governo do Estado do Paraná (representando o Governador Beto Richa); o Reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa, o professor Carlos Luciano Sant'Ana Vargas; e o Prefeito de Telêmaco Borba, Marcio Matos. Assim, representantes das instituições envolvidas na questão, Governo do Paraná, Instituição de Ensino (UEPG) e a Prefeitura de Telêmaco Borba, assinaram termo de compromisso para a realização de três turmas do curso de Direito no Campus local da UEPG, para os anos letivos de 2018, 2019 e 2020, cada turma contando com 50 alunos.
     O Reitor da Universidade, anunciou em seu discurso, que já se tem cerca de 500 (quinhentos) inscritos para o vestibular que definirá os cursantes da primeira turma, e alertou: "A concorrência vai ser grande"!


     A fonte da imagem também serve como link para quem ainda quiser fazer sua inscrição, confira:

     As inscrições ao Vestibular vão até o dia 16 de outubro próximo, e a taxa do mesmo está estipulada em R$ 141,00.
     _Boa sorte a todos.




sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Uma aula de educação física

     Hoje tirei uma folga do trabalho, para refresca as ideias. Hó as ideias!
     Mas, como sou inquieto, fui visitar uma escola.
     A mesma em que estudei na década de '80.
     Logo na entrada tinha um moleque pedindo esmola; em frente ao muro pichado onde se cheira cola.

     Mas, isso é pauta para outra hora; fui na escola com um propósito; assistir uma aula de educação física; hoje é dia "reservado" a esse profissional.
     Não poderia me deixar ser percebido, pensei em minha "cachola"; queria testemunhar ato espontâneo, fiquei escondido atrás de minha erguida gola. De repente, lá vem o tal...
     Meia idade deveria ter o professor; chamou a molecada, fez a chamada; Jogou a bola...
     Sentou-se na arquibancada, que "amor"! Alguns alunos do lado; outros correndo na quadra; gastando "a sola".
     O "mestre" só no "zap zap" (zoação); rede social; e o social "largado". _O "troço" está abandonado.
     Escola pública, falência da educação. O jovem acha legal; não se importa com o "resultado"; "passa de ano empurrado".

     No "meu tempo" era diferente; havia maior profissionalismo. Até educação física tinha lição; estudava-se regras, elas são importantes.
     Desculpe a nostalgia, mas, não posso ficar indiferente; farei um neologismo: Proponho trocar o termo educação física por recreação física; teria maior denotação. Saudade é coisa brega? Algumas são inerentes.

     _Saudade eu tenho e terei, dos verdadeiros profissionais de educação física. A eles, meu respeito e consideração. E a estes eu direi: PARABÉNS! Não desistais.
     Apesar do misto de emoção, deixo de lado a maleficência e me volto ao bons (palmas).