Páginas

domingo, 31 de janeiro de 2016

Campanha: Chega de guerra!


          Recente trabalho de pesquisa partindo da preocupação do autor com a questão da violência no município de Telêmaco Borba (PR). Teve como ponto de origem os pressupostos de que essa seja a maior queixa da comunidade local. Como segundo pressuposto a possibilidade de haver número alarmante de jovens envolvidos com o uso indiscriminado de drogas, especificamente as chamadas ilícitas.
          O trabalho de pesquisa desenvolveu-se inicialmente através de pesquisas exploratórias bibliográficas como forma de embasamento do mesmo.
          Em seguida aplicou-se as pesquisas quali/quantitativas e descritivas como forma de confirmar os pressupostos estabelecidos.

          Em relação ao primeiro pressuposto, a pesquisa aplicada para fins do trabalho de pesquisa, abordou adultos moradores a mais de dez anos no município e, apresentou números na casa dos 73% (setenta e três por cento) dos respondentes indicando a segurança pública como o maior problema da comunidade telemacoborbense. Ao se dirigir aos jovens, da mesma comunidade, estes também confirmaram a segurança pública como sua maior queixa; confirmando o primeiro pressuposto.
          Já para o segundo pressuposto, aplicou-se questionário junto a jovens de 12 (doze) a 18 (dezoito) anos, todos oriundos de escolas públicas da rede estadual de ensino, com resultados variando de instituição para instituição, chegando-se ao máximo de 36% (trinta e seis por cento), em duas instituições, acenando positivamente para o fato de já ter se envolvido diretamente com algum tipo de droga (ilícita). Praticamente metade dos jovens entrevistados "confessam" possuir jovem usuário de drogas dentro de sua própria família e, a maioria absoluta deles, praticamente 90% dos mesmos, afirmaram conviver com algum jovem envolvido com o mundo das drogas na sua comunidade.
          Pode-se dizer que, de forma predominante o presente trabalho configura-se com um estudo de campo. O qual levou pesquisador e orientadores a presumir que o envolvimento com o submundo das drogas chamadas ilícitas, tem ligação direta com o alarmante número de homicídios cometidos contra jovens na municipalidade.

          _Dessa forma, eu, como administrador e responsável por este blog, gostaria de convidar eventuais leitores desta postagem a, durante este ano de 2016, sempre que houver algum crime desses violentos cometidos contra algum jovem de nossa comunidade, que compartilhemos a imagem que se encontra abaixo junto ao rodapé deste (durante este ano de 2016), com a mensagem:

CHEGA DE GUERRA,
EU QUERO É PAZ NA MINHA TERRA.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Soneto ao velho Texas Borba

     Hoje (19/01) o blog amartb completa quatro anos no ar.
Como o clima de insegurança na cidade, não nos deixa a ter muito o que comemorar, resolvi fazer um soneto utópico pregando a paz, que ela possa um dia reinar, é o que tenho a desejar...

Soneto ao velho Texas (Texas Borba)

Chega de guerra,
eu quero é paz na minha terra;
Viver em paz eu anseio,
Chega de tiroteio.

Paz no centro e na periferia,
paz de noite e paz de dia;
Que o amor possa fluir,
e que toda mágoa possa ruir.

Que minha utopia vire realidade,
que o bem vença a maldade,
que o pior joio se transforme em trigo.

Que se tenha paz na cidade,
que vivamos a real "comunidade",
longe de qualquer perigo.


     _E por fim, a imagem abaixo, acompanhará todas as postagens deste ano (2016) junto ao rodapé do blog; bons fluídos não serão jamais dispensados. Paz e bem! A todos.
Autoria: Antonio Marques by amartb



domingo, 20 de dezembro de 2015

A última boa ideia para 2015

Mais um ano que se vai.     E muitas coisas vão ficando para trás;

Guardarei na lembrança as coisas boas, nem que sejam à toas;

Todas as vitórias foram comemoradas,
E as derrotas já deixaram de serem lamentadas;

Neste momento o psicológico já vai,
entrando em stand by;

As ideias já não fluem como antes,
mas tivemos algumas boas.


Brincamos com uma "solucionática" para o carnaval teberiano;
Sonhamos com um novo espaço para shows em TB;
Incentivamos a "naturalidade" na chegada de novos conterrâneos;
Desejamos que o incentivo à cultura fosse levado mais à "fundo";
Divulgou-se ideia de outrem, e outras causas;
Manteve-se o homenageado do ano - escrevendo;
Incentivou-se o estudo, um mês inteiro;
Compartilhou-se o dia D, pensou-se até em algo olímpico;
Foi um festival de boa ideia, afinal:
Por que TB não pode ser Monte Alegre?
Com os jovens ao centro, pela Paz...

A Fonte da imagem serve também como indicação de leitura:
http://amartb.blogspot.com.br/2015/01/tb-51-boa-ideia.html


     Agora porém, a unica coisa em que consigo pensar é no recesso dos feriados, ou seja, numa mini férias; o que não deixa de ser uma boa ideia também.
     Então, boas festas a todos e até o ano que vem.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

CPF na nota Paraná (???)

     Essa eu não sei se é uma boa ideia. O tempo vai dizer. Mas, resolvi aderir ao programa Nota Paraná.

     O Governo do Estado criou um site específico para o programa, num de seus links, encontramos a indagação "E como se faz o cálculo?" e em seguida a sentença "Simples", vem acompanhada de três explicações básicas:
  • Aguardamos até o terceiro mês depois da compra, para o fechamento e pagamento do imposto pelos lojistas;
  • Calculamos 30% do que foi pago;
  • Dividimos este valor proporcionalmente entre todos que pediram CPF na Nota.


     Àqueles que quiserem também tem um vídeo explicativo: https://www.youtube.com/watch?v=QmuPpD8N8D8&feature=youtu.be
Imagem capturada junto ao vídeo (com adaptações)



     Como sabemos, o programa paranaense é baseado no projeto piloto de São Paulo. E para os paulistas, a revista exame da editora abril, através de seu site, pergunta:
     

Você tem medo de pedir CPF na nota fiscal?



     Bom, eu estava meio receoso, e não é sem motivo. Pois é sabido que um primo do governador paranaense comandava uma velha máfia na Receita Estadual do Paraná; conforme a fonte abaixo:

     Apesar de alguns temores, como já disse, resolvi aderir ao programa. E daqui uns três meses, se eu conseguir reaver pelo menos uns 51 reais em relação às compras de Natal e de Final de Ano; vou considerar que tenha sido uma boa ideia.
     Ademais, como prometido, volto a informar meus leitores a respeito do assunto.

     Até lá... #51




sábado, 12 de dezembro de 2015

PeLa PaZ...

     O Jornal Folha da Cidade de Telêmaco Borba (PR), edição n. 1278 datado de 11 de dezembro de 2015, traz em sua reportagem de capa a seguinte manchete:

ALEP deverá votar criação
do Batalhão da Polícia Militar

     E segundo o mesmo jornal: "Telêmaco Borba está a cada dia mais perto de receber um reforço no efetivo policial, com a elevação da 3a Companhia da Polícia Militar em Telêmaco Borba, para 26o Batalhã da PM. (idem, p. 03)

     Um velho anseio da comunidade local e exaustivamente prometida por todos os grupos políticos do Estado com atuação na cidade. Uma velha esperança dos munícipes, de que a implantação do Batalhão possa combater a criminalidade e reduzir o alarmante número de homicídios nesta localidade.
     O mesmo jornal ainda faz referência à implantação de câmeras de vigilância que estão sendo implantadas por vários pontos da cidade.
     Eu, cá com meus botões, ainda fiquei lembrando do projeto da Guarda Municipal, prometida para a municipalidade pela gestão atual do Município.

Fonte da imagem: omundonews


     Como se percebe, são estratégias de combate à criminalidade local, com vistas a melhorar o quesito segurança pública, visando proporcionar maior sensação de segurança à população. Contudo, percebe-se também que são ações fundamentadas na repressão. E esta, ao que me parece, não reabilita. Ademais, entendo que, a repressão faz com que o foco da criminalidade apenas mude de endereço. Uma onda de violência central, repreendida, muda-se para a periferia, e se, repreendida nesta, volta para regiões centrais da cidade.


     Pensando assim, passou-me pela cabeça a seguinte e utópica ideia:
     Em relação à Guarda Municipal, quem sabe um dia possamos usá-la como meio de tratamento apaziguador junto à criminalidade. Poderíamos montar uma guarda municipal que, além de cuidar do patrimônio público, pudesse abordar cidadãos com comportamentos considerados inadequados, impondo-lhes alguma reflexão, dispensando um tratamento cordial, na base do diálogo; com intuito de provocar-lhes conscientização. O ideal seria que, uma guarda municipal com esse perfil, fosse composta por psicólogos, pedagogos e assistentes sociais, com perfil para tal, e, dispostos a fazer um trabalho sério. Amostrando a moradores de rua, profissionais do sexo, menores abandonados, usuários de drogas (ilícitas), entre outros, que se pode levar uma vida (digamos) mais saudável. Que é possível buscarmos a paz e o melhor convívio social entre as mais diversas tribos sociais. Lutando contra o preconceito e a discriminação.
     Sei que parece bastante utópico, mas, acredito piamente que se trata de uma ótima ideia.
ass:
Antonio Marques para o blog amartb.