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domingo, 20 de junho de 2021

Educação para a Paz: Conceitual em JARES (2002)

 O Suporte Conceitual

Cap 07 - JARES (2002)

CONCEITO DE PAZ

A conceituação tradicional - ... Em um plano interpessoal, a expressão popular "deixe-me em paz" é muito comum e define a paz como tranquilidade. Levado ao extremo, esse conceito de paz poderia significar simplesmente a não-associação, uma condição de tranquilidade pelo fato de que não há interação e, portanto, não há possibilidade de conflitos (Lederach, 1984, p. 16).

        Podemos sintetizar as características fundamentais desse conceito tradicional de paz como segue:

1.                 A paz é essencialmente um conceito negativo, ao ser definido como ausência de conflito bélico ou como estado de não-guerra. “Por isso, é um conceito muito limitado, que foi definido cada vez mais em função do fenômeno da guerra e do fato bélico até o extremo, de que, fora de seu contraste com a guerra, a paz carece de conteúdo palpável" (Lederach, 1984, p. 21);

2.                 A paz é concebida em função de dois fenômenos:

- A manutenção da unidade e da ordem interior, situação que favorece os interesses dominantes;

- Defesa em face do exterior: si vis pacem para bellum. Em ambas as circunstâncias, a capacidade de atuação em relação à paz é reservada ao Estado.

(...)

A concepção positiva - ... “Usar o fenômeno transitório conhecido como Estado-nação como único critério para definir uma disciplina de pesquisa é, ao mesmo tempo, etnocêntrica e estrategicamente míope" (Galtung, 1964, p. 2). Por ‘ tese, a concepção de paz repousa em suas idéias essenciais:

- Em primeiro lugar, a paz ‘ não é o contrário de guerra, mas sim de sua antítese, que é a violência, dado que a guerra é ‘ um tipo de violência, ‘ não o único;

- Em segundo lugar, a violência não é unicamente a que se exerce mediante a agressão física direta ou por meio de ‘ artifícios bélicos ‘, mas é preciso levar com conta ‘ outras 124 formas de violência menos visíveis, mais difíceis de reconhecer, mas também mais perversas no sentido de produzir sofrimento humano.

... Galtung propõe ‘ um enfoque positivo à compreensão da violência, ainda que paradoxalmente o apresente em negativo, "a ideia da violência como algo evitável que impede a auto-realização humana (Galtung, 1981a, p. 96). Por auto-realização humana entende-se a satisfação das necessidades básicas, materiais e não-materiais" (Galtung, 198la, p. 97). Dessa forma: chega-se a estabelecer os quatro tipos de violência quando as necessidades básicas não são satisfeitas:

- A violência clássica, da guerra ao homicídio;

- A pobreza e, em geral, as privações no campo das necessidades materiais;

A repressão e a privação dos direitos humanos;

- A alienação e a negação das necessidades "superiores''.

. . . em anos posteriores, Galtung introduzirá em seu pensamento ‘ a violência cultural, com o que define a violência com os três vértices de um triângulo que são: a violência direta, a violência estrutural e a violência cultural ... e assinala ‘ que "a paz deve construir-se na cultura e na estrutura, não apenas na 'mente humana', pois o triângulo da violência tem círculos viciosos integrados" (Galtung, 1998, p. 16). Um exemplo importante ‘ da violência cultural encontra-se na masculinização da violência: "mais de 90% da violência direta em todo o mundo é praticada por homens‘" (Galtung, 1998, p. 74).

Paz-desenvolvimento-direitos humanos-democracia - ... a concepção positiva de paz leva-nos a relacioná-la com o conceito de justiça social e de desenvolvimento, ‘ também com os conceitos de direitos humanos e democracia. Essas conexões são colocadas não apenas nas propostas da PP (Pesquisa para a Paz – grifo nosso), como também a Carta das Nações Unidas reconhece que a paz e a estabilidade entre as nações estão vinculadas ao reconhecimento e ao respeito aos direitos humanos, estabelecendo um vínculo entre os direitos humanos e o desenvolvimento econômico e social. Por outro lado, direitos humanos e democracia são dois conceitos que se requerem mutuamente. 


        Deste ponto em diante, o Autor segue seu trabalho,  relatando sobre "Conflitos, Pedagogia e Educação Para a Paz em si". Como inicialmente proposto.
        Quem interessar-se pela leitura da obra em sua íntegra, pode adquiri-la acessando o link abaixo:


        De nossa parte, interessou conhecer/compreender a conceituação de PAZ junto ao Estado "Moderno". Entender que muitas das violências que vivemos (para não dizer a maioria absoluta), originam-se e são multiplicadas através de certa "reação em cadeia", desencadeadas pelas figuras atuais do Estado. Em via de regra, para poder manter certos privilégios de certas "elites" - tanto nos Estados dominantes quanto dos dominados através da colonialidade.
        E assim, cria-se um estado de violência, nos tirando a paz, e que, em via de regra, não se trata em sua essência. O que muito possivelmente só poderia ser efetivamente realizado através de uma prática global de paz, semeando e cultivando uma cultura de paz.

Estudo da obra de JARES (2002) realizado no âmbito da Disciplina "Direitos Humanos e Cultura de Paz na Perspectiva das Epistemologias do Sul", na condição de aluno Especial do PPGCSA (Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais Aplicadas), Mestrado em Ciências Sociais Aplicadas da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) - turma 2021. Sob a coordenação e orientação do professor Dr. Nei Alberto Salles Filho.


Origem da imagem:

Falta de segurança na comunidade "TB" era queixa recorrente em 2016:
http://amartb.blogspot.com/2016/06/inseguranca-made-in-tb.html



sábado, 19 de junho de 2021

Colonialidade nas "RI"s em GUERRA (2020)

Modernidade/Colonialidade e Relações Internacionais: Desvelando a “Colonialidade da Paz”...

GUERRA (2020)

        O ponto de partida ' para iniciar a discussão ' proposta é a disciplina de Relações Internacionais (RI). "Mesmo porque" muitas das discussões a respeito da “paz” ' foram gestadas no interior dessa disciplina acadêmica...
        Dito isso, vamos à discussão do que entendemos por colonialidade da disciplina de Relações Internacionais. Em linhas ' gerais, há dois elementos ' que aparecem na ' historiografia da disciplina. ... é válido lembrar que, no momento de origem das Relações Internacionais em círculos acadêmicos da Europa - inicialmente na Cátedra Woodrow Wilson de Política Internacional, fundada na Universidade de Gales em 1919 - o colonialismo e o imperialismo de potências europeias sobre a Ásia e a África eram realidades em curso, inquestionadas nas discussões da disciplina sobre a cooperação e a paz internacional (RICHMOND, 2008; SHILLIAM, 2011). Ou seja, os debates pioneiros sobre a política internacional diziam respeito a um “mundo”, a um “internacional”, bastante limitado...
        A abstração das RI com relação às experiências de colonialismo e imperialismo e as lutas políticas no Terceiro Mundo permitiram à disciplina construir alguns de seus mitos fundacionais (ÁLVAREZ, 2015;BLANEY; TICKNER, 2017)...
        Assim, a partir das contribuições do Grupo Modernidade/Colonialidade/Decolonialidade, um primeiro ponto a se destacar, é que as RI estão inscritas em uma “geopolítica do conhecimento” (DUSSEL, 2005; MIGNOLO, 2003) bastante circunscrita, delineada de acordo com interesses e saberes das Grandes Potências no Norte Global...
        ...o Estado é lido em sua manifestação “para fora”, isto é, abstraído de suas configurações sociais internas e reduzido a um suposto instinto natural por sobrevivência no sistema internacional, seja via conflitos, seja via cooperação...
        Finalmente, o ' ponto que propusemos trabalhar em uma análise das RI a partir do pensamento decolonial é a ' configuração do sistema internacional. A partir das contribuições do pensamento decolonial, pensamos o ‘sistema internacional’ como “sistema - mundo moderno/colonial” - ou, seguindo as provocações de Ramón Grosfoguel (2007: 73), como “sistema-mundo europeu/euro-americano moderno/colonial capitalista/patriarcal”. Olhando a partir desse ângulo, a ficção de um mundo composto exclusivamente de Estados e ' de uma “igualdade soberana” entre eles é notavelmente perturbada. Vêm à tona os processos de expropriação, colonização, genocídio, escravização e servidão que permitiram a constituição desse “sistema-mundo” em primeiro lugar (ÁLVAREZ, 2015; TAYLOR, 2012). Tendo isso em vista, a ideia de “igualdade soberana” é atravessada por hierarquias raciais, econômicas, políticas, culturais e epistêmicas que estruturam o “internacional” (AALBERTS, 2014; ANIEVAS; MANCHANDA; SHILLIAM,2015; BLANEY; TICKNER, 2017; SABARATNAM, 2011; SHILLIAM, 2011).
        ...Portanto, apontar para as implicações coloniais dos pressupostos teóricos e analíticos das Relações Internacionais é também uma forma de contestar a sua propagação como orientação normativa de processos e intervenções na política internacional.
 
        ...Com efeito, ... se formou nas RI todo um léxico normativo em torno da política internacional para a construção da paz, que envolve termos como “Estados falidos”, “(re)construção de Estados”, “'boa governança”, ' “'segurança-paz-desenvolvimento”, “paz liberal”, ... “imposição da paz”, “intervenções para a paz”, ... (GUERRA; BLANCO, 2018; JONES, 2015; SABARATNAM, 2017). A premissa que rege esses termos, ... pode ser sumarizada da seguinte maneira: existem “Estados problemáticos”, ' na periferia global, que são incapazes de garantir o monopólio ' sobre o uso da força e, ' a segurança e integridade de seus cidadãos. Assim, se convertem em palcos de conflitos civis violentos, que podem ‘transbordar’ e se tornar verdadeiras ameaças para a segurança internacional. Haveria, portanto, uma responsabilidade da “comunidade internacional” - ', notadamente representada pelo Sistema ONU - em evitar esse tipo de situação, intervindo em cenários de conflitos civis violentos para promover o fim das hostilidades, a estabilização econômica, política e social e a construção de condições institucionais e de governança tidas como ideias para evitar a recorrência de conflitos e garantir uma paz de longa duração ('DPKO, 2008; UN, 1992)...
        Assim, a ' imposição - ' por atores majoritariamente ocidentais - de novos arranjos de governança é notavelmente insuficiente para ‘solucionar’ as feridas ' históricas de colonialismo, neocolonialismo e permanente colonialidade. É o que constata David Chandler (2006), em análise de ' casos em que os projetos de reconstrução estatal resultaram no que chama de “Estados fantasmas”: formal e juridicamente ' estruturados, mas na prática desvinculados de suas populações locais. Brown et al. (2010) ' trazem uma problematização semelhante, lembrando que em países da periferia global ' subjugados por processos coloniais - maioria dos casos aos quais ' se enviam operações de paz - o Estado Nação é ' uma imposição espúria. As formas de comunidade política ' respaldas por legitimidade popular tendem a se concentrar em instituições tradicionais e esferas políticas mais localizadas ('MAC GINTY, 2011; RICHMOND, 2011).
        Nota-se, então, um processo ' semelhante ao percebido por Arturo Escobar (2007a: 28, tradução Autor) em ' análise sobre políticas do desenvolvimento no Terceiro Mundo: crê-se que “existe uma verdadeira subjetividade subdesenvolvida dotada de traços como a impotência, a passividade, a pobreza e a ignorância, geralmente pessoas escuras e carentes de protagonismo, como se estivessem à espera de uma mão ocidental (branca)”. Assim, políticas de construção da paz ' emancipatórias acabam por representar, em última instância, apenas mais uma forma ressignificada de subjugação colonial (PINGEOT, 2019; SABARATNAM, 2017).
grifos nosso.

        Em seguida o Autor trata a "Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti". Como algo dentro do contexto acima.
        A quem interessar possa, segue o link onde se encontra o texto na íntegra, bem como as referências do trabalho:

        De nossa parte, por hora, interessou compreender/analisar a concepção de Estado "Moderno", a transição do colonialismo para o estado de colonialidade, mantido e justificado através das chamadas "Relações Internacionais" (RI) - Através da qual os Estados dominantes, eurocêntricos (a exceção dos EUA), mantém sua exploração/subjulgação dos Estados periféricos. Contribuindo para com as formas de violências que se encontram impregnadas nestes últimos.
        E assim, não se consegue criar perspectivas e/ou principalmente condições para uma Cultura de Paz dentro desses Estados "Sulistas" - excluídos do Norte Global. Sendo que, a priori, em muitas das situações, os próprios cidadãos postam-se a favor de seus colonizadores/exploradores. Por desconhecer (não compreender) as próprias condições em que se encontram imersos.

Estudo de trabalho de GUERRA (2020) realizado no âmbito da Disciplina "Direitos Humanos e Cultura de Paz na Perspectiva das Epistemologias do Sul", na condição de aluno Especial do PPGCSA (Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais Aplicadas), Mestrado em Ciências Sociais Aplicadas da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) - turma 2021.


CHEGA DE GUERRA,
EU QUERO É PAZ NA MINHA TERRA
by AmarTB (2016)

Origem da imagem:




terça-feira, 15 de junho de 2021

Talento da terra 2021: na Ginástica Artística

         Todo ano o blog amartb escolhe um talento telemacoborbense para homenagear. Independente da área, temos vários talentos locais (ou pelo menos "nativos" da terrinha) que carecem de serem mais "visualizados/prestigiados".
        Este anos (2021), rendemos nossa homenagem a um talento da ginástica artística revelado pela escolinha local.
        _Parabéns Ana Luiza Aires!

Fonte: site da PMTB (link ao final)

Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Texto: Marcela Rahal 

Ana Luiza Pires iniciou sua carreira em 2012 no projeto da parceria entre Prefeitura Municipal e Klabin

        O Brasil foi destaque no Campeonato Pan-Americano de Ginástica Artística. O País conquistou 11 medalhas, dentre elas o ouro de Ana Luiza Pires, na apresentação em solo. A atleta, que tem apenas 15 anos, iniciou sua trajetória na turma de iniciação da Escola de Talentos do Centro de Treinamento de Ginástica Artística de Telêmaco Borba (CTGA-TB) em 2012, um projeto desenvolvido pela Federação Paranaense de Ginástica com apoio da Prefeitura Municipal de Telêmaco Borba e patrocínio da Klabin, que treina gratuitamente meninas com idades entre cinco e 14 anos.

        “O projeto de ginástica artística atua em duas frentes: uma social, de educação para crianças por meio do esporte, e a de competição, que visa descobrir atletas com potencial para se destacarem nas respectivas modalidades”, observa o gerente de Relações com a Comunidade da Klabin, Uilson Paiva. “Ana Luiza é um exemplo inspirador do potencial do projeto”. Atualmente, 150 meninas, de idades entre 4 e 14 anos, integram as turmas do projeto, que é gratuito. Na equipe de competição, são 20 atletas. Em razão da pandemia, o projeto teve de se adaptar à rotina de distanciamento, privilegiando os treinamentos online. Aproveitando a pausa, o projeto está ganhando casa nova, e passará a funcionar no ginásio Péricles Pacheco da Silva do município, conhecido popularmente como ginásio do Minicentro.

        "Nós damos todo incentivo para essa modalidade que começa com a inclusão e pode chegar ao alto rendimento, como é o caso da Ana Luiza, que é um orgulho para a nossa cidade", declara Fabrício Flores, secretário municipal de Cultura, Esporte e Recreação.

        Depois de um período no Centro de Treinamento de Ginástica Artística de Telêmaco Borba (CTGA-TB), em 2012, Ana Luiza se mudou para Curitiba, onde foi direcionada para o Centro de Excelência de Ginástica Artística do Paraná (Cegin). Apesar da rotina intensa de treinos, ela conseguiu se adaptar e evoluiu rapidamente. Com nove anos, participou do primeiro Campeonato Brasileiro e, desde então, vem colecionando títulos nacionais e internacionais.

    “Estou muito feliz de ter representado o Brasil nessa competição e orgulhosa de ter conseguido, após tantas dificuldades, como ter ficado parada um ano por conta de uma lesão na coluna, mas agradeço meus técnicos por termos focado e nunca desistirmos”, assegura Ana Luiza Aires.

        Vídeo com a performance de Ana Luiza:


Fonte do vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=PdKoHMnyXV0 - Acessado em 12/06/2021.

Fonte da notícia:
http://www.telemacoborba.pr.gov.br/imprensa/noticias/smcer/esportes/14308-atleta-revelada-em-telemaco-borba-e-ouro-no-campeonato-pan-americano-de-ginastica-artistica.html - Acessado em 11/06/2021.


segunda-feira, 14 de junho de 2021

Gráfico COVID-19 em TB (64a. semana)

Sexagésima quarta semana de pandemia do COVID-19 em TB

v  Última atualização de 2020 contendo tabela que originou o gráfico confere-se aqui;

v  Atualização da semana em que se chegou a um ano de pandemia em TB (de 21 a 27 de março de 2021), confere-se aqui;

v  Semana 54 (de 28 de março a 03 de abril de 2021), 36a atualização do gráfico, com explicações a despeito de nossa dinâmica usual, confere-se clicando aqui;

v  Semana 55 (de 04 a 10 de abril de 2021), 37a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 56 (de 11 a 17 de abril de 2021), 38a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 57 (de 18 a 24 de abril de 2021), 39a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 58 (de 25 de abril a 01 de maio de 2021), 40a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 59 (de 02 a 08 de maio de 2021), 41a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 60 (de 09 a 15 de maio de 2021), 42a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 61 (de 16 a 22 de maio), 43a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 62 (de 23 a 29 de maio), 44a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 63 (de 30 de maio a 05 de junho), 45a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

Com a não divulgação de boletins aos finais de semana, atualiza-se o gráfico quando ocorre a mesma. Utilizando-se de nossa dinâmica usual...

v  Semana 64 (de 06 a 12 de junho), 46a atualização do gráfico, só atualizado na segunda (14), com a divulgação do BO. O qual apresentou 96 casos a mais que o Boletim de sexta-feira (11). Assim, considerou-se 30 casos para sábado (12/06), 32 para domingo (13/06) e 34 casos para segunda (14); em função da relativa "tendência diminutiva" de casos. Dessa maneira, contabilizou-se 446 para a semana passada! Atualizando-se o gráfico pela quadragésima sexta vez, conforme segue:

Elaborado pelo Autor







Conforme a linha laranja "fechou-se" a somatória de casos na última semana com 15.107 (quinze mil, cento e sete) casos CONFIRMADOS.

        A linha azul demonstrando a curvatura semanal do gráfico (momentos de maior ou menor ocorrências), para fins desta última "atualização", fechou-se a semana com 416 casos.

        Com "extremo pesar", lamenta-se mais 14 mortes por COVID-19 em TB na última semana, chegando-se a 332 fatalidades! - Neste caso, conforme divulgação oficial ocorrida nesta segunda (14/06), já em início de semana posterior ao que o gráfico considera.

        Alerta-se para o número de óbitos ocorridos no período (14)!

        O pico de casos em TB (desde o início), ocorreu há 04 (quatro) semanas (de 16 a 22 de maio/2021 (61a de pandemia na municipalidade), com 735 casos registrado numa única semana, conforme também divulgamos aqui no blog.

Isso quer dizer que: VIVEMOS ainda resquícios do PIOR MOMENTO DA PANDEMIA EM TB!

A PMTB emitiu novo Decreto - com regras vigentes a partir de hoje (14) até novas atualizações conforme andamento da situação.


        Os ALERTAS seguem sendo incentivados a serem ignorados pelos negacionistas! A exemplo da motociata ocorrida no final de semana em São Paulo.
        E o reflexo disso percebe-se entre os lastimáveis admiradores locais - aglomerações sem máscara em alguns pontos da cidade!

Esperar empatia de droGado é pedir demais!

Desejo saúde a todos (as)!

_Paz e bem que a vacina logo vem - Nem que seja da China!

(#jáestávindo...)


Fonte oficial da coleta de casos da COVID-19 em TB:
http://www.telemacoborba.pr.gov.br/imprensa/noticias/71-boletim-covid-19/14348-boletim-coronavirus-14-06-332-obitos-15173-casos-positivos-14201-recuperados.html




segunda-feira, 7 de junho de 2021

Gráfico COVID-19 em TB (63a. semana)

Sexagésima terceira semana de pandemia do COVID-19 em TB

v  Última atualização de 2020 contendo tabela que originou o gráfico confere-se aqui;

v  Atualização da semana em que se chegou a um ano de pandemia em TB (de 21 a 27 de março de 2021), confere-se aqui;

v  Semana 54 (de 28 de março a 03 de abril de 2021), 36a atualização do gráfico, com explicações a despeito de nossa dinâmica usual, confere-se clicando aqui;

v  Semana 55 (de 04 a 10 de abril de 2021), 37a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 56 (de 11 a 17 de abril de 2021), 38a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 57 (de 18 a 24 de abril de 2021), 39a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 58 (de 25 de abril a 01 de maio de 2021), 40a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 59 (de 02 a 08 de maio de 2021), 41a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 60 (de 09 a 15 de maio de 2021), 42a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 61 (de 16 a 22 de maio), 43a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 62 (de 23 a 29 de maio), 44a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

Com a não divulgação de boletins nos finais de semana, atualiza-se o gráfico quando ocorre a mesma. Utilizando-se de nossa explicada dinâmica usual...

v  Semana 63 (de 30 de maio a 05 de junho), 45a atualização do gráfico, só atualizado na segunda (07), com a divulgação do BO. O qual apresentou 189 casos a mais que o Boletim de sexta-feira (04/06). Assim, considerou-se 63 casos para sábado (05/06), 63 para domingo (06/06) e 63 casos para segunda (07); em função da relativa "estabilidade" de casos. Dessa maneira, contabilizou-se 571 para a semana passada! Atualizando-se o gráfico pela quadragésima quinta vez, conforme segue:

Elaborado pelo Autor

Conforme a linha laranja "fechou-se" a somatória de casos na última semana com 14.661 (quatorze mil, seiscentos e sessenta e um) casos CONFIRMADOS.

        A linha azul demonstrando a curvatura semanal do gráfico (momentos de maior ou menor ocorrências), para fins desta última "atualização", fechou-se a semana com 571 casos; conforme observa-se abaixo:
Elaborado pelo Autor




        Com "extremo sentimento de pesar", lamenta-se mais 27 mortes por COVID-19 em TB na última semana, chegando-se a 318 fatalidades! - Neste caso, conforme divulgação oficial ocorrida nesta segunda (07/06), já em início de semana posterior ao que o gráfico considera.

        Alerta-se para o número de óbitos ocorridos no período (27)!

        O pico de casos em TB (desde o início), ocorreu na semana passada (de 16 a 22 de maio/2021 (61a de pandemia na municipalidade), com 735 casos registrado numa única semana, conforme também divulgamos aqui no blog.

Isso quer dizer: VIVEMOS O PIOR MOMENTO DA PANDEMIA EM TB!

A PMTB emitiu Decreto com novas medidas restritivas - Pressionada pelo Ministério Público.

Também divulgou vídeo relatando a situação atual no Município:

https://www.youtube.com/watch?v=5EJ8BBPTJL8


        Os ALERTAS seguem sendo incentivados a serem ignorados pelos negacionistas! Organizados por determinados excrementos, alinhados com Sindicato do crime, Gabinete do Ódio, parceiros de "rachadinhas", milícias em geral, etc.
        E o reflexo disso percebe-se entre os lamentáveis admiradores locais - aglomerações sem máscara em alguns pontos da cidade!

Esperar empatia de droGado é pedir demais!

Desejo saúde a todos (as)!

_Paz e bem que a vacina logo vem - Nem que seja da China!

(#jáestávindo...)


Fonte oficial da coleta de casos da COVID-19 em TB:
http://www.telemacoborba.pr.gov.br/imprensa/noticias/71-boletim-covid-19/14232-boletim-coronavirus-07-06-318-obitos-14787-casos-positivos-13727-recuperados.html


Atualização do prazo e das restrições no Município:
http://www.telemacoborba.pr.gov.br/informacoes/boletim-oficial/14235-edicao-1737.html