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segunda-feira, 19 de julho de 2021

Gráfico COVID-19 em TB (69a. semana)

Sexagésima nona semana de pandemia do COVID-19 em TB

v  Última atualização de 2020 contendo tabela que originou o gráfico confere-se aqui;    (...)

v  Atualização da semana em que se chegou a um ano de pandemia em TB (de 21 a 27 de março de 2021), confere-se aqui;    (...)

v  Semana 61 (de 16 a 22 de maio), 43a atualização do gráfico, registrando o pico da pandemia em TB até o momento, confere-se clicando aqui;

v  Semana 62 (de 23 a 29 de maio), 44a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 63 (de 30 de maio a 05 de junho), 45a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 64 (de 06 a 12 de junho), 46a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 65 (de 13 a 19 de junho), 47a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 66 (de 20 a 26 de junho), 48a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 67 (de 27 de junho a 03 de julho), 49a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 68 (de 04 a 10 de julho), 50a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui:

Com não se divulga mais BOs (Boletins Oficiais) aos finais de semana, atualiza-se o mesmo quando isso ocorre. Utilizando-se de nossa dinâmica usual...

v  Semana 69 (de 11 a 17 de julho), 51a atualização do gráfico na segunda (19). Com BO apresentando 37 casos a mais que o Boletim de sexta-feira (16). Assim, considerou-se 14 casos para sábado (17), 12 para domingo (18) e 11 para segunda (19); em função da "tendência" de diminuição de casos. Assim, contabilizou-se 152 casos para a quinquagésima primeira atualização de nosso gráfico, conforme segue:

Elaborado pelo Autor


Conforme a linha laranja "fechou-se" a somatória de casos na última semana com 16.270 (dezesseis mil, duzentos e setenta) casos CONFIRMADOS.

        A linha azul demonstrando a curvatura semanal do gráfico (momentos de maior ou menor ocorrências), para fins desta "atualização", fechou-se com 152 casos - conforme segue abaixo:
Elaborado pelo Autor




        Com "muito pesar" lamenta-se mais 02 mortes por COVID-19 em TB na última semana, chegando-se a 374 fatalidades! - Neste caso, conforme divulgação oficial ocorrida nesta segunda (19), já em início de semana posterior ao que o gráfico considera.

        Alerta-se para a necessidade de empatia.

Visto que: As medidas restritivas estão dando CERTO!

O pico de casos em TB ocorrera na semana de 16 a 22 de maio/2021 (61a de pandemia no Município), com 735 casos registrado na semana, conforme divulgamos aqui no blog.

O último Decreto - com regras vigentes a partir de 01/07, até novas atualizações conforme andamento da situação, Terá validade até 31 de julho/2021.


ALERTAS seguem sendo ignorados (pelos negacionistas)! O que percebe-se entre os munícipes locais - aglomerações sem máscara em alguns pontos da cidade! Incentivados pelos maus exemplos de seu "muso inspirador"...

Esperar empatia de droGado é literalmente pedir demais!

No que me resta - Desejo saúde a todos (as)!

_Paz e bem que a vacina já sendo aplicada - Independente de qual!

        Eu mesmo, este humilde blogueiro, já tomei a primeira dose - Sem importar-me qual, importante é imunizar-se!

        E quem se negar a tomar a vacina que esteja sendo aplicada, como por incrível que pareça, vem ocorrendo em alguns casos, o MP (Ministério Público), já emitiu orientação à PMTB:
http://www.telemacoborba.pr.gov.br/imprensa/noticias/saude/14660-mp-recomenda-que-quem-se-recusar-a-vacinar-com-determinada-marca-deve-ir-para-o-final-da-fila.html

Fonte: site da PMTB em 10/07/2021



Boletim Oficial para coleta de casos da COVID-19 em TB:
http://www.telemacoborba.pr.gov.br/imprensa/noticias/71-boletim-covid-19/14763-boletim-coronavirus-19-07-16293-casos-positivos-15689-recuperados.html



domingo, 18 de julho de 2021

MPPR ressalta a segurança do processo eleitoral no país (julho/2021)

MPPR (Ministério Público do Paraná) ressalta a segurança do processo eleitoral brasileiro

Institucional;
16/07/2021.


No ano em que o processo eleitoral brasileiro completa 25 anos de informatização, com a utilização das urnas eletrônicas, o Ministério Público do Paraná destaca a atuação da instituição com o objetivo de garantir a regularidade e a lisura desse importante e fundamental instrumento de exercício da democracia. Conforme informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a tecnologia, que conferiu de fato idoneidade às votações – visto que o sistema antigo, de papel e não digitalizado, abria grande margem à ocorrência de fraudes e manipulação – foi utilizada pela primeira vez nas eleições municipais de outubro de 1996. À época, 32 milhões de brasileiros, em 57 cidades, votaram em seus candidatos utilizando as urnas eletrônicas. Atualmente, a tecnologia atinge quase 150 milhões de eleitores, em todos os municípios do país - (grifo nosso).

O Ministério Público, ao lado do Poder Judiciário, está sempre presente nas eleições, participando de perto de todo o processo, inclusive na fiscalização do funcionamento do sistema de aferição das urnas. “O Ministério Público tem buscado contribuir para a consolidação definitiva da democracia, em toda sua extensão de reflexos sociais, fazendo convergir o significado e o significante do termo, pela prevalência da vontade do povo, com a força do voto”, afirma o procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia. Ele sustenta que um sistema eleitoral idôneo, como o que foi concebido no Brasil, especialmente com o advento do voto eletrônico, oferece à população uma garantia de que seus direitos de cidadãos, notadamente o de votar e ser votado, serão devidamente assegurados, destacando que não há espaço para questionamentos que coloquem em risco o processo democrático. “A democracia deve ser a base mais sólida sobre a qual a sociedade prossegue edificando, progressivamente, seu patamar civilizatório. Sem retrocessos ou ameaças, partam de onde partir, pois não mais vivemos sob o clima antes experimentado pela circularidade de movimentos de concentração política, despotismo ou autocracias”, defende Giacoia - (grifo nosso).

A procuradora regional Eleitoral Eloísa Helena Machado, do Ministério Público Federal, reforça que a participação dos agentes do MP durante todo o processo eleitoral é mandamento constitucional. “Para se ter uma ideia, o acompanhamento pelo Ministério Público é pari passu, ou seja, inicia-se já na pré-campanha, com a finalidade de evitar que os pré-candidatos extrapolem os limites definidos na legislação para esse período”, afirma. Ela aponta ainda que a instituição tem papel ativo na fase do registro de candidaturas, manifestando-se em todos os pedidos, inclusive com impugnações nos casos que não cumprem os requisitos legais – só no Paraná, nas últimas eleições, foram avaliados cerca de 35 mil requerimentos. Além disso, durante a campanha, o Ministério Público tem o dever de fiscalizar se os candidatos estão realizando propaganda eleitoral de forma regular. Ao final das eleições, os procuradores e promotores eleitorais ainda analisam as prestações de contas de cada um dos candidatos.

Fraudes – Para o promotor de Justiça Hugo Evo Magro Corrêa Urbano, que integra a Coordenadoria das Promotorias Eleitorais do MPPR, não há fundamento nos recentes questionamentos feitos por alguns agentes públicos a respeito da segurança do processo eleitoral brasileiro (chegando a ter sido instalada uma comissão especial no Congresso Nacional que atualmente discute a adoção de voto impresso). “As urnas eletrônicas foram concebidas justamente para acabar com fraudes em eleições no país. São equipamentos não conectados à internet, ou seja, não é possível ‘transmitir’ ou alterar votações. Além disso, as urnas são auditadas por diversos órgãos, inclusive o Ministério Público, e podem ser fiscalizadas pelos próprios partidos políticos”, explica o promotor - (grifo nosso).

Ele lembra ainda que, anteriormente, quando as eleições eram realizadas por meio de cédulas de votação, era comum a ocorrência de vários tipos de fraudes como, por exemplo, a inserção nas urnas de cédulas não utilizadas ou em branco para favorecer um candidato, a destruição e o furto de urnas etc. “Com a urna eletrônica estes e inúmeros outros problemas acabaram. Na realidade, a adoção de voto impresso paralelamente à votação por meio eletrônico apenas trará insegurança para as votações no país, devido à fragilidade na manipulação e armazenagem de material impresso. Fraudes praticadas a partir disso poderão constituir meio de se questionar indevidamente a idoneidade do sistema eletrônico. Não faz sentido essa discussão”, avalia - (grifo nosso).

Participação popular – Segundo o MPF, a cada pleito, os Tribunais Regionais Eleitorais instituem, no âmbito de seus estados, uma comissão para auditoria da votação eletrônica, que deve seguir os comandos elaborados pelo TSE em suas Resoluções. Os trabalhos dessa comissão são absolutamente públicos e transparentes, sendo que os partidos políticos, a Ordem dos Advogados do Brasil, o Ministério Público, o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal, a Controladoria-Geral da União, o Departamento de Polícia Federal, a Sociedade Brasileira de Computação, o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia e os departamentos de Tecnologia da Informação de universidades podem até mesmo impugnar a designação de qualquer membro da Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica. A auditoria é pública e qualquer cidadão pode acompanhar - (grifo nosso).

Estrutura e atribuições – Todos os municípios do Paraná são atendidos por agentes do Ministério Público com atribuições voltadas à fiscalização do processo eleitoral. A coordenação do Ministério Público Eleitoral é exercida pelo procurador-geral da República – que é também o procurador-geral Eleitoral (PGE) –, e tem atuação perante o TSE. Todos os processos relativos a candidatos à presidência da República são acompanhados pelo PGE. Nos estados, existe um procurador regional Eleitoral, que tem atuação perante o TRE do seu estado e atua em todos os processos das eleições gerais, isto é, nos pleitos para escolha de governador, senadores e deputados federais e estaduais. Os Ministérios Públicos estaduais têm atribuição mais destacada nas eleições municipais, para a escolha de prefeitos e vereadores, em que há atuação direta e próxima dos promotores eleitorais, que exercem suas funções perante as Zonas Eleitorais – em cada uma há um promotor designado. No Paraná, são 186 Zonas Eleitorais e, portanto, 186 promotores eleitorais titulares, integrantes MPPR.

 

Fonte: MPPR (link abaixo)

Fonte: site oficial do Ministério Público do Paraná, disponível em: https://mppr.mp.br/2021/07/23779,10/MPPR-ressalta-a-seguranca-do-processo-eleitoral-no-pais.html. Acessado em 18/07/2021.


        PS: Depois da leitura, volte e leia somente as partes em destaque na cor amarela, isso também pode ser indicado aos leitores mais preguiçosos (sic).


sábado, 17 de julho de 2021

A revolução da informação e comunicação - por Santomé

A revolução nas tecnologias da informação e comunicação, em Santomé (2013)

recorte da Tese de SALLES Filho;
(2016, p. 71 a 73). 

Uma visão prospectiva, como deste pesquisador, contribui para que fenômenos sociais atuais sirvam de bases para olhar adiante, evitando respostas simples e soluções imediata que desconsiderem tantas possibilidades futuras nas configurações humanas e sociais. Considerando este contexto, Santomé (2013) vai tratar das questões urgentes a pensar na realidade atual, o que chamará de “revoluções”, elencando as seguintes: a revolução na tecnologia da informação, na ciência, na estrutura das populações e nações, na economia, na política, nos valores, entre outros.

Iniciamos refletindo sobre a revolução nas tecnologias da informação e comunicação, onde Santomé (2013) analisa que, especialmente a partir dos anos 1970, podemos presenciar o nascimento da era digital, que ao mesmo tempo incorpora novos elementos da física, depois das neurociências, gerando a explosão atual que presenciamos. A vasta tecnologia trouxe novos descobrimentos úteis para a saúde, indústria, transporte e lazer. Porém, junto a este aumento de possibilidades e alternativas, existem outros e novos problemas que são originados, especialmente relacionados à desigualdade nas oportunidades de acesso as mesmas. Morin (2013b) complementa dizendo que, além disso, vimos que o desenvolvimento capitalista acabou com as redes de convivialidade, ao transformar tudo, inclusive a vida, em mercadoria. Além disso, a partir de tantas perspectivas, é importante uma delas que seja analítica, como aponta Santomé (2013, p. 27):

Frente ao crescimento dos meios de comunicação, do número de portais da internet destinado a oferecer todo tipo de informação, à complexidade das redes sociais que crescem constantemente em número de pessoas que se relaciona entre si, urge uma educação destinada a transformar a subjetividade de quem participa e recorre a estes meios para se informar e comunicar. Tornar-lhes conscientes de que não devem se contentar em serem expectadores passivos e silenciosos, mas se transformar em autênticos cidadãos, seres humanos capazes de expressar, opinar e avaliar toda a informação à qual têm acesso.

Isso será um ponto forte sobe a discussão da Cultura de Paz, uma vez que a informação e comunicação tendem a pautar a vida de grande parte das pessoas, mas justamente pela alienação e as análises feitas sobre problemas complexos, que requerem respostas mais adequadas. Grandes grupos de comunicação possuem ideologias e mensagens que possuem interesses específicos, por isso pautam notícias de formas diversas e tendenciosas. Os índices da violência apresentados fora de contexto contribuem para o medo e sensação de insegurança, quando muitas vezes estão em relativo controle. Assim, um telejornal utiliza um tempo muito maior para falar da violência, de crimes e tragédias, destinando um tempo quase inexistente para noticiar alguma ação positiva, solidária ou que promova o bem e possa ter impacto de mobilização positiva da sociedade.

Neste quadro, o movimento está além da busca óbvia pela transparência da informação comunicada, mas no entendimento das perspectivas de pessoas e grupos, nos interesses em formar certa ideia, ou um conjunto de práticas ou políticas. A violência estrutural está intimamente ligada à forma como as informações chegam às grandes massas. Portanto, em relação a essa grande revolução informacional, precisamos buscar uma abordagem crítica e complexa. Santomé (2013, p. 29) apresenta uma perspectiva, dizendo:

É preciso que estejamos muito conscientes de que o conhecimento é informação refletida, valorizada, sistematizada e posta em ação para produzir ou contribuir para a melhoria dos processos e das atividades científicas, tecnológicas, econômicas, culturais, etc.; o melhor caminho para a construção de uma sociedade mais justa, equitativa, humanista e solidária.

Portanto, ao acolhermos que a comunicação e informação estão cada vez mais ditando fluxos do mundo e da vida, reconhecemos que a forma de trata-la deverá ser cada vez mais aprofundada, desmitificando padrões, questionando o formadores de opinião “clássicos” e realmente valorizando questões como justiça, humanidade e solidariedade. A partir destes critérios poderemos supor que esta revolução na comunicação também traz aspectos novos e importantes para a interação, colaboração e aprendizagem significativa. Nessa revolução, não há como impedir o acesso às tecnologias, pois já estão incorporadas à vida, assim como é muito difícil aceitar que apenas a regulação estas fontes seja a solução. Usar, refletir e trabalhar com essa gama crescente de informação e comunicação dos últimos anos, de força coerente, crítica e não preconceituosa poderá colaborar decisivamente com novos olhares.

Nesta revolução da informação e da comunicação, temos alguns aspectos a considerar no contexto das violências. Primeiro é a sobre o acesso aos bens tecnológicos que possibilitam apreender maior número de saberes. Quanto maior poder aquisitivo, maior possibilidade de recursos melhores e formas de conexão mais rápidas, seguras e ilimitadas. Isso quer dizer que as populações de menor poder aquisitivo serão prejudicadas nesse sentido, não só nos lares como especialmente nos espaços educacionais. Em que pese que inúmeras escolas públicas e projetos sociais tenham seus laboratórios de informática (ou nome similar), as escolas privadas possuem aparelhos mais modernos, como por exemplo, lousas digitais. Isso será determinante para o sucesso de algum sistema de ensino¿ Não! Mas faz a diferença¿ Sim! A pergunta é complexa para uma resposta trivial, e, o que precisamos aceitar é que a tecnologia é muito positiva e importante, embora não seja o único aspecto da educação para o século XXI que busca qualidades humanas nas pessoas. A este respeito, do limite da revolução tecnológica da informação e comunicação, Morin, com base na teoria cibernética, analisa as máquinas e seus efeitos na vida e diz que a “verdadeira ‘sociedade de informação’ baseia-se na capacidade de integrar as informações em um conhecimento pertinente” (MORIN, 2013b, 9. 207). É necessário estar atento e entender a lógica da tecnologia que nos desumaniza, para poder supor uma Cultura de Paz (grifo nosso).


À quem interessar  possa, conhecer mais sobre a temática, bem como suas referências, segue a FONTE da postagem com o conteúdo na íntegra: https://tede2.uepg.br/jspui/bitstream/prefix/1211/1/Nei%20Alberto%20Salles%20Filho.pdf. Acessado em 17 de julho de 2021 às 23h.


        De nossa parte interessou conhecer/similarizar-se um pouquinho mais com a obra do estimável professor. Integrando-se melhor aos estudos realizados no âmbito da Disciplina "Direitos Humanos e Cultura de Paz na Perspectiva das Epistemologias do Sul", na condição de aluno Especial do PPGCSA (Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais Aplicadas), Mestrado em Ciências Sociais Aplicadas da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) - turma 2021. Sob a coordenação e orientação do professor Dr. Nei Alberto Salles Filho.


by AmarTB (2016)
Origem da imagem:


       

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Gráfico COVID-19 em TB (68a. semana)

Sexagésima oitava semana de pandemia do COVID-19 em TB

v  Última atualização de 2020 contendo tabela que originou o gráfico confere-se aqui;

v  Atualização da semana em que se chegou a um ano de pandemia em TB (de 21 a 27 de março de 2021), confere-se aqui;

v  Semana 54 (de 28 de março a 03 de abril de 2021), 36a atualização do gráfico, com explicações a despeito de nossa dinâmica usual, confere-se clicando aqui;

v  Semana 55 (de 04 a 10 de abril de 2021), 37a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 56 (de 11 a 17 de abril de 2021), 38a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 57 (de 18 a 24 de abril de 2021), 39a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 58 (de 25 de abril a 01 de maio de 2021), 40a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 59 (de 02 a 08 de maio de 2021), 41a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 60 (de 09 a 15 de maio de 2021), 42a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 61 (de 16 a 22 de maio), 43a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 62 (de 23 a 29 de maio), 44a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 63 (de 30 de maio a 05 de junho), 45a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 64 (de 06 a 12 de junho), 46a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 65 (de 13 a 19 de junho), 47a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 66 (de 20 a 26 de junho), 48a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

v  Semana 67 (de 27 de junho a 03 de julho), 49a atualização do gráfico, confere-se clicando aqui;

Com não se divulga mais BOs (Boletins Oficiais) aos finais de semana, atualiza-se o mesmo quando isso ocorre. Utilizando-se de nossa dinâmica usual...

v  Semana 68 (de 04 a 10 de julho), 50a atualização do gráfico na segunda (12), com a divulgação do BO. O qual apresentou exatos 47 casos a mais que o Boletim de sexta-feira (09). Assim, considerou-se 18 casos para sábado (10), 16 para domingo (11) e 13 para segunda (12); em função da "razoável" diminuição de casos verificada. Dessa maneira, contabilizou-se 156 para a semana que passou! Atualizando-se o gráfico pela quinquagésima vez, conforme segue:
 

Elaborado pelo Autor











Conforme a linha laranja "fechou-se" a somatória de casos na última semana com 16.118 (dezesseis mil, cento e dezoito) casos CONFIRMADOS.

        A linha azul demonstrando a curvatura semanal do gráfico (momentos de maior ou menor ocorrências), para fins desta última "atualização", fechou-se a semana com 156 casos.

        Com "muito pesar" lamenta-se mais 04 mortes por COVID-19 em TB na última semana, chegando-se a 372 fatalidades! - Neste caso, conforme divulgação oficial ocorrida nesta segunda (12), já em início de semana posterior ao que o gráfico considera.

        Alerta-se para a  ainda necessidade de empatia.

Visto que: Ainda vivemos resquícios do pior momento da PANDEMIA!

O pico de casos em TB ocorrera na semana de 16 a 22 de maio/2021 (61a de pandemia no Município), com 735 casos registrado na semana, conforme divulgamos aqui no blog.

O último Decreto - com regras vigentes a partir de 01/07, até novas atualizações conforme andamento da situação, Terá validade até 31 de julho/2021.


ALERTAS seguem sendo ignorados (pelos negacionistas)! O que percebe-se entre os munícipes locais - aglomerações sem máscara em alguns pontos da cidade! Incentivados pelos maus exemplos de seu "muso inspirador", fazendo uso de suas motociatas (a "lá Mussolini), a exemplo de: https://istoe.com.br/bolsonaro-apaga-video-de-motociata-apos-apoiadores-indicarem-que-era-de-evento-em-sp/

Esperar empatia de droGado é literalmente pedir demais!

No que me resta - Desejo saúde a todos (as)!

_Paz e bem que a vacina já sendo aplicada - Independente de qual!

        Eu mesmo, este humilde blogueiro, já tomei a primeira dose - Sem importar-me qual, importante é imunizar-se!

        E quem se negar a tomar a vacina que esteja sendo aplicada, como por incrível que pareça, vem ocorrendo em alguns casos, o MP (Ministério Público), já emitiu orientação à PMTB:
http://www.telemacoborba.pr.gov.br/imprensa/noticias/saude/14660-mp-recomenda-que-quem-se-recusar-a-vacinar-com-determinada-marca-deve-ir-para-o-final-da-fila.html

Fonte: site da PMTB em 10/07/2021


Boletim Oficial para coleta de casos da COVID-19 em TB:
http://www.telemacoborba.pr.gov.br/imprensa/noticias/71-boletim-covid-19/14719-boletim-coronavirus-12-07-16147-casos-positivos-15538-recuperados.html